PAULO, servo de Jesus Cristo, chamado para apóstolo, separado para o evangelho de Deus.
As epístolas são cartas dirigidas pelos apóstolos às igrejas ou aos crentes; nelas se acham expostas as verdades cristãs. Ainda que tenha sido escrita depois de outras, a epístola aos Romanos foi colocada em primeiro lugar porque seu tema é o Evangelho. Antes de receber qualquer ensinamento cristão, é necessário primeiramente tornar-se um cristão. Amigo leitor, a oportunidade é dada a você agora, se é que você ainda não O aceitou.
Conta-se que um evangelista, responsável por uma série de reuniões em uma cidade, a cada noite limitava-se apenas a ler os seis primeiros capítulos dessa epístola, sem lhe acrescentar uma única palavra. E a cada noite havia inúmeras conversões. Tal é o poder da Palavra de Deus e a autoridade do Evangelho, “poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê” (v. 16).
Esta carta foi escrita muito antes da dramática viagem relatada no final do livro de Atos. Portanto, Paulo jamais havia visto até aquele momento os cristãos romanos. Porém – eis aqui a condição essencial de um ministério frutífero – ele estava cheio de amor por eles e, acima de tudo, por Aquele a quem iria lhes apresentar: Jesus Cristo. Seu nome enche os primeiros versículos. De fato, Ele não é a essência do Evangelho, o fundamento de toda a relação entre Deus e o homem?
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Extraído do “Guia Devocional do Novo Testamento” – literatura@terra.com.br |
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Mundo Muçulmano
E disse-lhes: “Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura” (Marcos 16:15)
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O CORAÇÃO DE UM DISCÍPULO
Texto base . II Reis 05: 20-27
Por onde você tem andado Geazi? Esta é uma interessante para todo discípulo.
De onde você veio, onde você esteve, o que você anda fazendo, Com quem você esteve, em
companhia de quem tens andado ultimamente, quem tem sido os seus confidentes, os seus
conselheiros?
Mais do que nunca a Igreja do senhor está precisando fazer estas perguntas aos seus membros, os
discípulos do Senhor desta geração.
A igreja do Senhor de nossos dias tem se preocupado com a multiplicação de seus fieis e se esquecido
da sã doutrina
Tem se importado demasiadamente com a prata e com o ouro e se esquecido do testemunho.
Vivendo uma realidade de milagres. Geazi vivia em um ambiente de milagres mas o seu coração ainda não era totalmente do Senhor.
Podemos ainda hoje viver em,,um ambiente de louvor, adoração, de pregação e oração e ainda assim não tratar dos desvios de nosso caráter, das investidas de nosso temperamento, e das fraquezas e enganos instalados profundamente em nossos corações.
Analisando nossas razões-A expressão “aquele Arameu” é alguém que não merece o que tem, e que o que ele tem passar para mim é mais do que justo “aquele Arameu” justificava para Geazi sua ação e fundamentava sua cobiça. Ele queria ganhar alguma coisa..
Devemos tomar muito cuidado com nosso coração, naquilo que nos sentimos lesados, diante das, pessoas que por uma razão ou outra não queremos o seu bem. Diante daquilo que muito queremos e ou necessitamos e vimos escapar de nossas mãos, ou que está muito próximo de conseguirmos.
Analisando nossas ações – Geazi correu atrás. O que nos impulsiona a correr, a nos esforçarmos, a brigar por alcançar?
Analisando nossas emoções – Geazi mentiu. Inventou uma historia. Um engano pode estar sendo elaborado de modo consciente e ou inconsciente pelo nosso coração. A bíblia diz que enganoso é o coração e desesperadamente corrupto. Amados de coração a bíblia entende!
Analisando a nossa postura-A lei de Gerson-Geazi tirou proveito da situação.
Às vezes brincamos com sentimentos, exploramos a fragilidade alheia, compramos barato em situação
de desespero e etc.
Analisando nossos caminhos – Onde você esteve Geazi?. Geazi se mostrou de dupla personalidade; duas caras.
Será que nosso comportamento longe do pastor, fora do ambiente igreja, longe dos pais, Esposo, esposa, filhos, tem sido o mesmo.
Analisando nossas respostas – Que resposta temos dado a Deus, A igreja, a nossa família, que resposta temos dado a nossa geração?
Add comment Setembro 29, 2009
DVD GRAVADO AUVIVO NO CERESP DE BETIM
O grande julgamento
31 Quando vier o Filho do Homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então, se assentará no trono da sua glória; 32 e todas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas; 33 e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos, à esquerda; 34 então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai! Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. 35 Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes; 36 estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me. 37 Então, perguntarão os justos: Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer? Ou com sede e te demos de beber? 38 E quando te vimos forasteiro e te hospedamos? Ou nu e te vestimos? 39 E quando te vimos enfermo ou preso e te fomos visitar? 40 O Rei, respondendo, lhes dirá: Em verdade vos afirmo que, sempre que o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes. 41 Então, o Rei dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos. 42 Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; 43 sendo forasteiro, não me hospedastes; estando nu, não me vestistes; achando-me enfermo e preso, não fostes ver-me. 44 E eles lhe perguntarão: Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, forasteiro, nu, enfermo ou preso e não te assistimos? 45 Então, lhes responderá: Em verdade vos digo que, sempre que o deixastes de fazer a um destes mais pequeninos, a mim o deixastes de fazer. 46 E irão estes para o castigo eterno, porém os justos, para a vida eterna.
Add comment Setembro 28, 2009
E O REI Salomão amou muitas mulheres estrangeiras, além da filha de Faraó: moabitas, amonitas, edomitas, sidônias e hetéias,
Até agora não tínhamos visto nenhuma sombra pairando sobre o fulgor desse reino excepcional. Mas observe atentamente: o capítulo 11 começa com um “porém”, que subitamente revela, apesar da gloriosa aparência exterior previamente descrita, uma condição moral terrivelmente miserável. Transgredindo a lei de duas maneiras, o rei multiplicou mulheres para si e, entre elas, as estrangeiras (Deuteronômio 17:17 e 7:3). que lhe perverteram o coração na velhice. Salomão não havia pedido um coração entendido e sábio? Sem dúvida, ele havia sentido a necessidade disso para liderar outros, mas não para guiar sua própria vida. Esse coração, grande como “a areia que está na praia do mar” (4:39), que o Senhor dera ao rei para capacitá-lo a amar aquele numeroso povo, não foi guardado nem vigiado em relação ao que nele entrava. Mil mulheres estrangeiras estavam na casa real, cada uma com seus ídolos. Salomão se condenou por suas próprias palavras. “Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procedem as fontes da vida” (Provérbios 4:23). Foi o que ele ensinou a outras pessoas… mas desprezou tal ensino para si mesmo (Romanos 2:21 e 1 Coríntios 9:27). Ele sequer prestou atenção às advertências de seu pai (2:3) nem aos dois avisos do Senhor (vv. 9-10).
Add comment Setembro 4, 2009
E o peso do ouro que se trazia a Salomão cada ano era de seiscentos e sessenta e seis talentos de ouro;
A visão do rei Salomão vestido com trajes caros e magníficos, sentado em seu trono de marfim e ouro, certamente era espetacular. Porém, o Senhor Jesus chamou nossa atenção para os lírios do campo, afirmando que “nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles” (Mateus 6:29). Podemos ter certeza de que os mais excelentes trabalhos humanos jamais se equipararão à mais simples das obras do Criador.
O Salmo 72, composto por Salomão, descreve esse reinado de justiça (vv. 1-4), paz (v. 7), poder (vv. 8-11), misericórdia (vv. 12-14), prosperidade (v. 16) e bênçãos (v. 17). “Os reis de Sabá e de Sebá lhe ofereçam presentes… e se lhe dará do ouro de Sabá” (vv. 10 e 15). Neste décimo capítulo, muitos detalhes são fornecidos para explicar a riqueza, a sabedoria e o poder desse filho de Davi que reina com justiça em Jerusalém. Devemos entender, porém, que aqui existe também um quadro simbólico dAquele que é “maior que Salomão”. Centro da glória, da prosperidade e da bênção para todas as nações, esse brilhante reinado é uma pálida figura do futuro domínio universal de nosso Senhor Jesus Cristo.
Add comment Setembro 3, 2009
A ABSOLUTA IMPORTÂNCIA DO MOTIVO
Texto: Lucas 16:15; Salmos 7:9, 139:23 A prova pela qual toda conduta será finalmente julgada é o motivo. Pense, você concorda com essa frase?
Como a água não pode subir mais alto do que o nível da sua fonte, assim a qualidade moral de um ato nunca pode ser mais elevada do que o motivo que o inspira. Ou seja, nenhum ato procedente de um motivo mau pode ser bom, ainda que algum bem pareça resultar dele.
Infelizmente, no Reino de Deus podemos ser pegos realizando algo por motivos maus, como a raiva, a inveja, a ambição, a vaidade e a avareza. Toda atividade desse tipo é essencialmente má e como tal será avaliada no Julgamento.
Nesta questão de motivos, como em muitas outras, os fariseus dão-nos exemplos claros. Eles continuam sendo o mais triste fracasso religioso do mundo, não por causa de erro doutrinário, nem porque eram pessoas de vida abertamente dissoluta. Todo o problema deles estava na qualidade dos seus motivos religiosos. Veja:
Dissimulados (Mt 3:2,7-8) – desejavam o batismo para forjar uma aparência.
Hipócritas (Mt 15:1-7) – Contribuíam para o serviço do templo, porém, às vezes, o faziam para escapar do seu dever para com os seus pais, e isto era um mal, um pecado. E ainda, Mt 6 diz àqueles que oram para serem ouvidos pelos homens que tal oração está arruinada e inútil pelo motivo.
Os fariseus condenavam o pecado e se levantavam contra ele, quando o viam nos outros, mas o faziam motivados por sua justiça própria e por sua dureza de coração. Isso caracterizava quase tudo o que faziam. Suas atividades eram cercadas por aparência de santidade; e essas mesmas atividades, se fossem realizadas por motivos puros, seriam boas e louváveis. Toda a fraqueza dos fariseus estava na qualidade dos seus motivos. (Mt 16:12, Lucas 15:2, 16:14; João9:16)
Dessa forma, devemos refletir sobre nossos atos e sobre nosso trabalrfô no Reino de Deus. Atos religiosos praticados por motivos vis são duplamente maus – maus em si mesmos e maus porque são praticados em nome de Deus. Isto equivale a pecar em nome dAquele Ser que é impecável, a mentir em nome dAquele que não pode mentir e a odiarem nome dAquele cuja natureza é amor.
Por isso, você que é um obreiro na casa de Deus deve frequentemente separar tempo para sondar a sua alma, a fim de certificarem-se dos seus motivos. (Salmos 139:23-24). Muito solo é cantado para exibição; muitos sermões são pregados para mostrar talento; muitas igrejas são fundadas como um insulto contra outra igreja. Mesmo a atividade missionária pode tomar-se competitiva, tomando-se uma espécie de marketing eclesiástico, para satisfazer a carne. Não esqueçam: os fariseus eram grandes missionários, e rodeavam o mar e a terra para fazer um converso (Mt 23:15).
Um bom modo de evitar a armadilha da atividade religiosa vazia é comparecer diante de Deus, sempre que possível, com a nossa Bíblia aberta ern ICoríntios 13. Esta passagem, embora seja considerada uma das mais belas da Bíblia, é também uma das mais severas dentre as que se acham nas Escrituras Sagradas. O apóstolo toma o serviço religioso mais elevado e o ordena à futilidade, se não for motivado pelo amor. Sem amor, profetas, mestres, oradores, filantropos e mártires são despedidos sem recompensas.
Resumindo, podemos dizer que, aos olhos de Deus, somos julgados não tanto pelo que fazemos e sim por nossos motivos para fazê-lo. Não “o quê”, mas “por quê” será a pergunta importante que ouviremos, quando nós comparecermos no tribunal, a fim de prestarmos contas dos atos praticados enquanto estávamos no corpo.
Texto de A. W. Tozer modificado e adaptado por Danieia Rezende dos Santos.
Add comment Setembro 1, 2009
PASSAN DO MEL
Ez 3:1-4
Deus disse:Homem mortal, coma esse rolo; depois, vá e fale ao povo de Israel.Então abri a boca, e ele me deu o rolo para comer.
E disse:Homem mortal, coma esse rolo que lhe estou dando; encha o seu estômago com ele.Eu comi, e era doce como mel
Ap 10:9-10
Fui, pois, ao anjo, dizendo-lhe que me desse o livrinho. Ele, então, me falou: Toma-o e devora-o; certamente, ele será amargo ao teu estômago, mas, na tua boca, doce como mel.
Tomei o livrinho da mão do anjo e o devorei, e, na minha boca, era doce como mel; quando, porém, o comi, o meu estômago ficou amargo.
Ouvi certa vez que o povo de Israel tinha como tradição passar mel na Torah e dar aos filhos para lamberem. O objetivo era mostrar o quanto a Lei do Senhor era agradável. Hoje esta expressão “passar mel na boca” dá uma conotação de engano. Mas estou me perguntando em que será que estamos passando mel, ou estamos passando mel em nossas próprias bocas.
Engano da mídia – Não faz muito tempo, só a igreja evangélica combatia o tabagismo no Brasil, fumar era pecado. Era assim que a igreja via e pregava. Todos a tinham como ultrapassada, como uma instituição que privava as pessoas de serem livres. Nos comerciais, filmes e telenovelas mostravam que as pessoas mais bonitas e mais bem sucedidas fumavam. É a mídia passava mel no cigarro. Com o passar do tempo ficou provado que o tabagismo estava ligado ao câncer e a outros tipos de doenças no pulmão, coração etc. Então todos passaram a denunciar o tabagismo. A igreja até parou um pouco.
Sexo, Droga e Rok… Nos anos 60 um grupo de pessoas que se diziam livres se levantaram contra toda “prisão”. Queriam liberdade. Ligaram estas coisas a algumas coisas legítimas que realmente o Brasil e o mundo precisavam; e assim passaram mel no sexo livre e na droga… Hoje diante da violência que se seguiu aqueles formadores de opinião que foram idolatrados no passado pela sua ousadia, estão pregando contra as drogas, pois viram quanto mal tem feito a nossa sociedade e as nossas famílias. Diante da multiplicação das DST’S estão pregando ainda o sexo livre, porém tem que usar camisinhas. Enquanto a igreja continua pregando com a mesma força contra as drogas, e continua pregando ainda que com menos força, que o sexo fora do casamento é pecado.
O grande perigo – O que mais temo não é só o silêncio da Igreja, mas em que a própria igreja está passando mel hoje. Não se passa mel na vida da Igreja em nossos lares, não se passa mel mais na Bíblia, a verdade pregada na igreja é confrontada em muitos lares. Fico cá pensando quem seremos nós amanhã. Nossos pais nos deixaram um legado, podemos contextualizá-lo, mas nunca modificá-lo e nem tão pouco nos desfazer dele. Vejo com certa tristeza que muitas vezes passamos mel na televisão e nos conceitos por ela passados, enquanto eles destroem nossas famílias.
Alegria – Me alegro porque sei que podemos mudar esta situação. Os pais poderão ainda passar mel na Bíblia, na vida da igreja, e numa vida de grandes realizações ao lado de Deus. Nossos jovens não precisam se submeter a estes conceitos, podem abraçar a Palavra de Deus e por ela viver e vencer.
Autor Pastor Clebio batista Betel Rua Luxemburgueses 31, Flamengo, Contagem, 32241130 – (0xx)31 3333-9749
Add comment Agosto 11, 2009
A fim de sermos para louvor da sua glória, nós, os que de antemão esperamos em Cristo Efésios 1.12
Quando falamos que devemos ser algo para louvor da glória do Senhor, pisamos num terreno muito descuidado na Igreja de Jesus. Pensando nesse sentido, vêm ao nosso encontro as palavras que o Senhor disse no fim da Sua jornada aqui na terra: “Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos.” Deus, o Senhor, nos predestinou em Jesus Cristo a sermos algo para louvor da Sua glória. Por intermédio do profeta Isaías, Ele o expressa a cada um de nós pessoalmente: “Serás uma coroa de glória na mão do Senhor…” Se de fato estamos mortos com Cristo, temos condições de penetrar na ilimitada profundidade e amplitude da excelsa pessoa do Deus eterno. Nessa posição, somos deslocados para as esferas eternas do júbilo, e esse louvor e essa graça nos salva de qualquer depressão e desgosto, fortalece nossos joelhos vacilantes e dá ao Senhor a oportunidade de colocar nossos pés sobre a Rocha, que não treme nem oscila. Assim servimos para o louvor da Sua glória, pois o louvor e a gratidão são a mais alta expressão da fé.
Add comment Junho 8, 2009
“Sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque havemos de vê-lo como ele é.” 1 João 3.2
Muitos cristãos sofrem interiormente porque encontram relatos bíblicos em que o Senhor se manifestou de maneira visível às pessoas. Pensemos, por exemplo, no anúncio do nascimento de Sansão pelo Anjo do Senhor, ou no anúncio do nascimento de Jesus pelo anjo Gabriel a Maria. Você já se pôs a imaginar que maravilhoso seria se acontecesse também a você algo tão extraordinário? Já desejou sentir e ver a seu lado um mensageiro do céu que tivesse vindo para lhe comunicar alguma coisa ou incumbi-lo de alguma tarefa? Será que seria mais fácil crer em Deus se isso acontecesse? Não. Alegre-se por não experimentar algo assim, pois quanto mais se vê, mais difícil se torna o puro e simples crer. Até Zacarias continuou incrédulo depois do aparecimento do anjo e depois de ter recebido sua promessa. Pedro diz – aos muitos crentes que amam intimamente ao Senhor mesmo sem tê-lO visto – que ainda O veremos, e então a alegria será muito maior. Quando isso acontecerá? No momento em que nossos olhos forem abertos por ocasião do arrebatamento. Sim, nesse momento de fato O veremos, com indizível alegria, assim como Ele é!
Add comment Junho 8, 2009
Parou Jesus e disse: Chamai-o. Chamaram então o cego, dizendo-lhe: Tem bom ânimo; levanta-te, ele te chama.” Marcos 10.49
Em nossos dias também existem incontáveis “cegos” que ouvem a voz de Jesus, mas não podem reconhecê-lO. Desse grupo fazem parte as pessoas depressivas. Talvez você também não consiga reconhecer a Jesus, talvez sua visão esteja obscurecida, porque em você tudo são trevas. A Bíblia já não fala mais ao seu coração como antigamente. Seu coração está tão pesado que você nem consegue mais orar direito. Saiba que, neste exato momento, Jesus de Nazaré passa por você. Aproveite agora esta oportunidade toda especial. Invoque-O como fez o cego! Se você não puder orar em voz alta, clame a Ele em seu coração: “Jesus, Filho de Davi, tem compaixão de mim!” Mesmo que você se encontre no meio de uma multidão de pessoas, Jesus ouve você. O cego Bartimeu não se deixou influenciar pela multidão, e Jesus parou por sua causa. Jesus pára por sua causa se você clamar a Ele. O Senhor Jesus curou o cego imediatamente? Não. Primeiro Bartimeu teve que se aproximar bem de Jesus. E então Jesus abriu os olhos do cego? Ainda não, pois Jesus ainda exigiu a expressão da fé do cego. Bartimeu compreendeu isso e pediu: “Mestre, que eu torne a ver. Então Jesus lhe disse: Vai, a tua fé te salvou.” Jesus também deseja ouvir o que você espera dEle!
Add comment Junho 8, 2009
E havendo Josué despedido o povo foram-se os filhos de Israel, cada um à sua herança, para possuirem a terra. E serviu o povo ao Senhor todos os dias de Josué, e todos os dias dos anciãos que ainda sobreviveram depois de Josué, e viram toda aquela grande obra do Senhor, que fizera a Israel. Faleceu, porém, Josué, filho de Num, servo do Senhor, com a idade de cento e dez anos; E sepultaram-no no termo da sua herança, em Timnate-Heres, no monte de Efraim, para o norte do monte de Gaás. E foi também congregada toda aquela geração a seus pais, e outra geração após ela se levantou, que não conhecia ao Senhor, nem tampouco a obra que ele fizera a Israel.
Muitos anos se passam e vemos surgindo em Israel ”outra geração… que não conhecia o SENHOR, nem tampouco as obras que fizera a Israel” (v. 10). Essa geração não tinha experimentado a fidelidade de Deus no deserto nem Seu poder em Canaã.
Esse é um importante exemplo para considerarmos, nós, que fazemos parte da nova geração dos filhos de Deus. Talvez sejamos filhos de pais cristãos que nos falaram das maravilhas que Deus fez nas gerações passadas, mas não conhecemos o Senhor por experiência pessoal.
Infelizmente, é triste ver a decadência que se seguiu ao magnífico despertamento ocorrido no século passado. Os “anciãos” de quem ouvimos falar partiram um após o outro. E se o Senhor nos deixou aqui por mais alguns anos é porque temos responsabilidades a cumprir.
Hebreus 13:7 nos adverte: “Lembrai-vos dos vossos guias, os quais vos pregaram a palavra de Deus”. Eles nos deixaram um ministério escrito e um exemplo. Sigamos acima de tudo a fé deles. E, apesar de não mais existirem, ainda temos ao Senhor. Sua presença é mais do que suficiente para atravessarmos esta época de trevas e fraqueza.
Add comment Abril 5, 2009
E sucedeu que, vendo-o o rei de Ai, ele e todo o seu povo se apressaram, e se levantaram de madrugada, e os homens da cidade saíram ao encontro de Israel ao combate, ao tempo determinado, defronte das campinas; porém ele não sabia que se achava uma emboscada contra ele atrás da cidade.
“Então, que farás ao teu grande nome?”, Josué perguntou (7:9). Agora que o pecado foi removido e Israel está buscando a Deus, Ele responde dando-lhes a vitória. O homem que conquistou essa vitória e cujo nome é repetido muitas vezes em nosso relato é Josué, que novamente representa Cristo liderando Seu povo nas batalhas. Por meio de sua lança apontada para a cidade, conforme a ordem do Senhor, Josué demonstra quem está no comando e nos lembra que existe uma estratégia, um plano que somente ele conhecia. Isso é exatamente o que Jesus é para nós! Ele sabe que papel cada um dos soldados tem a desempenhar, pois os coloca em seus postos e lhes dá o sinal para cada movimento. Ao olhar para Cristo, assim como o soldado olha para o estandarte de seu líder, saberemos o que fazer, e nossa coragem será fortalecida. Não esqueçamos que não batalhamos sozinhos; temos irmãos e irmãs que enfrentam a mesma batalha. No entanto, nosso conflito não é como os do tempo de Josué: públicos, gloriosos e espetaculares. Via de regra, nossas vitórias são obtidas de joelhos em nosso quarto; e a única testemunha é o próprio Senhor.
Add comment Março 7, 2009
ENTÃO disse o Senhor a Josué: Não temas, e não te espantes; toma contigo toda a gente de guerra, e levanta-te, sobe a Ai; olha que te tenho dado na tua mão o rei de Ai e o seu povo, e a sua cidade, e a sua terra.
A violação da proibição de Deus foi a principal razão da grave derrota sofrida por Israel. No entanto, havia também outra causa por trás dessa mudança. Obviamente a vitória em Jericó deu ao povo um senso de confiança neles mesmos. Isso é especialmente surpreendente tendo em vista o milagre que aconteceu lá! Qual foi a contribuição de Israel na destruição da fortaleza? No entanto, quantas vezes nos parecemos com esse povo! Quando o Senhor nos salva de uma situação difícil, ao invés de descansarmos nEle na próxima tribulação, sentimos que não mais precisamos de Sua ajuda. E o resultado disso é a derrota! Preparamos nosso coração para confiar em Deus em grandes problemas, mas quando chegam os pequenos, pensamos que podemos resolver tudo sozinhos. A história da captura de Ai nos ensina que precisamos do Senhor em todo o tempo.
Quanta tribulação é necessária agora para se obter a vitória! Em lugar dos três mil soldados estimados no início, dez vezes mais são requeridos, além da elaboração de um complexo plano. Restauração sempre é um processo longo e complicado. Em Jericó, o povo teve de aprender a apreciar o poder de Deus; em Ai, teve de experimentar a própria fraqueza.
Add comment Março 7, 2009
Então Josué se levantou de madrugada, e fez chegar a Israel, segundo as suas tribos; e a tribo de Judá foi tomada
Fosse para o julgamento ou para a batalha, Josué se levantava bem cedo. A questão tinha de ser resolvida prontamente. Quando Deus toca nossa consciência, não podemos permitir que o assunto em questão se arraste. Por meio de sorteio, a rede começa a se fechar em torno do infeliz culpado. Por fim, o dedo de Deus o aponta. “Caiu sobre Acã” (v. 18). O que seria mais terrível do que ser desmascarado dessa maneira pelo próprio Deus? Na última ceia com Seus discípulos, Jesus identificou o traidor molhando um pedaço de pão e dando-o a Judas (João 13:26).
“Filho meu, dá glória ao SENHOR”, disse Josué (v. 19). A glória de Deus exige a verdade completa o tempo todo. Então Acã despejou sua trágica história. Ela seguiu o padrão de todas as histórias de ganância, cuja mortal reação em cadeia é mostrada por Tiago (1:14-15): os olhos, depois o coração e, finalmente, as mãos que agarram e escondem. Acã admitiu: “Verdadeiramente, pequei contra o Senhor. Quando vi…cobicei-os e tomei-os; e eis que estão escondidos“. A bela capa babilônica, a prata e o ouro estavam tão bem escondidos na tenda que somente Deus poderia ter visto tais coisas.
Mas não podemos esquecer o fim desse episódio. “O pecado, uma vez consumado, gera a morte“. Havia uma difícil tarefa a se realizar; o pecador tinha de ser removido do meio da congregação de Israel (1 Coríntios 5:13).
Add comment Março 7, 2009
E DERAM ordem, Moisés e os anciãos, ao povo de Israel, dizendo: Guardai todos estes mandamentos que hoje vos ordeno
Deuteronômio 27:1-19 (leia aqui)
Escrita “mui distintamente” em grandes pedras caiadas, a lei foi colocada em uma posição bastante visível na montanha como um testemunho para todo Israel. Ninguém poderia alegar que não tinha conhecimento dela. Nós, que possuímos a Bíblia completa em nossas mãos, temos uma responsabilidade ainda maior.
Esse monumento feito para exaltar a lei nos faz pensar no magnífico Salmo 119, que em seus 176 versículos nos relata as maravilhas da Palavra de Deus e do que ela significa para o crente fiel. Esse salmo começa proclamando as bênçãos dos que “andam na lei do Senhor”. O povo tinha sido ordenado a pronunciar “a bênção sobre o monte Gerizim e a maldição sobre o monte Ebal” (11:29). Infelizmente, não ouvimos as tribos proclamando a bênção. Na verdade, o povo estava “sob a lei” e, portanto, é “maldito todo aquele que não permanece em todas as coisas escritas no Livro da lei, para praticá-las” (Gálatas 3:10). Maldito…maldito…maldito é a sentença que Israel iria ouvir doze vezes (vv. 15-26). Contudo, a mesma passagem de Gálatas anuncia que “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar” (v. 13). Por isso, da cruz em diante, não estamos mais sob a lei, mas debaixo da graça (Romanos 6:14).
Add comment Fevereiro 7, 2009
“Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está nos céus, e tu na terra; portanto sejam poucas as tuas palavras.” (Eclesiastes 5.2)
“Nunca mais”, dizemos diante da face do Senhor em oração, e eis que logo depois fazemos o mesmo erro outra vez. “Nunca mais, Senhor, quero cometer este pecado”, mas, no fundo, não abandonamos justamente esse pecado, e continuamos preso a ele. Por que será que seguidamente prometemos muitas coisas ao Senhor, mas não as cumprimos? Porque nossas decisões foram tomadas na esfera dos sentimentos. Nada é mais volúvel e inconstante do que os nossos sentimentos. Por isso logo esquecemos o Senhor e esquecemos mais ainda aquilo que dissemos e prometemos a Ele. “Pois bem”, você diz, “a culpa não é minha, afinal, eu sou assim mesmo”. Isso não é desculpa! Você pode ser instável e esquecido, mas não precisa continuar sendo instável por toda a vida. O Senhor deu a você uma arma potente e maravilhosa para libertá-lo dessa maneira emotiva de ser: a espada da Palavra de Deus que separa alma e espírito. Mas uma coisa deve ser enfatizada: a concordância apenas teórica com a Palavra de Deus não produz o efeito esperado. Mas quando praticamos o que diz a Palavra, nossas promessas e votos diante da face de Deus adquirem peso eterno.
Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)
Add comment Fevereiro 7, 2009
Para que por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, tenhamos a firme consolação, nós, os que pomos o nosso refúgio em reter a esperança proposta Hebreus 6:18
MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE NÚMEROS (Leia Números 35:1-15)
Nesta terra de Canaã, com os limites que acabaram de ser traçados, cada tribo receberá sua possessão, com exceção dos filhos de Levi. De acordo com a profecia de Jacó, estes seriam espalhados em Israel devido à conduta perversa de seu pai (Gênesis 49:7). Mas, pela graça de Deus, este castigo será convertido em bênção. Quarenta e oito cidades distribuídas por toda a nação de Israel serão repartidas entre os filhos de Levi. Cada tribo dará das suas cidades aos levitas, na proporção da herança que lhe couber (v. 8). Assim esses levitas, servos do Senhor e de seus irmãos, encarregados particularmente do ensino da lei, serão guiados, em razão de sua dispersão, a exercer o seu ministério em benefício de todo o povo.
Em seguida há a questão das cidades de refúgio para o homicida. A lei, em toda a sua severidade, exige sangue por sangue, quer este tenha sido derramado intencionalmente – por ódio –, ou por outro lado, involuntariamente. Mas, para atender a este último caso, o Senhor, no mesmo momento em que deu a lei, deu uma promessa (leia Êxodo 21:12-13). Ele Se ocupou em prover um abrigo para o qual o responsável pela morte de outra pessoa teria o direito de fugir a fim de salvar sua vida. Esta é uma bela ilustração do refúgio que Deus oferece ao pecador culpado, que traz à nossa memória que “o fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê” (Romanos 10:4).
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Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br |
1 comment Fevereiro 6, 2009
Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos… Sem linguagem, sem fala, ouvem-se as suas vozes.Salmo 19:1,3; 2 Coríntios 4:6
O PLANETA AZUL
Em 1971, quando o astronauta James Irwin esteve por três dias na Lua, a esposa dele olhava para o astro longínquo, se ajoelhava e orava por seu marido. Na ocasião ela se convertera ao Senhor pouco tempo antes.
Enquanto isso, Irwin observava a Terra em meio ao céu estrelado e se sentia dominado. Via o magnífico “planeta azul” no horizonte da paisagem lunar, morto e hostil à vida. Rodeado de infinita tranqüilidade, contemplava essa singular pérola flutuar na ilimitada imensidão do universo e ouvia a silenciosa voz de Deus através da criação. Tudo isso o levou a exclamar: O Criador tinha um propósito quando criou esse planeta!
Irwin pensou nas pessoas que viviam nele. Deus preparou o mundo e Se interessa por cada indivíduo. Mas poucos se interessam por Deus! O coração deles é mais sombrio e abissal que o universo.
Quando menino, James tinha ouvido o Evangelho. Mas permaneceu indiferente. Agora sua decisão era firme: entregaria sua vida ao Salvador. Queria levar aos seus semelhantes a boa nova de Jesus Cristo, que veio a este mundo, e cujo sangue manchou o solo deste planeta.
Nós também deveríamos usar nossa curta vida para conhecer e prosseguir em conhecer o Senhor (Oséias 6:3). A beleza dos astros, do universo e da criação é arrebatadora, porém maior de tudo isso são “as coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do homem”, pois “são as que Deus preparou para os que o amam” (1 Coríntios 2:9).
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Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br |
Add comment Fevereiro 6, 2009












