Archive for Agosto 28th, 2008
Ora, muito me regozijei no Senhor por finalmente reviver a vossa lembrança de mim; pois já vos tínheis lembrado, mas não tínheis tido oportunidade.
Sem dúvida, Paulo recorda sua primeira visita a Filipos, a prisão e os cânticos que ali cantou com Silas (Atos 16:24-25). Uma vez mais ele se encontra preso, mas nada pode tirar-lhe o gozo, porque nada pode tirar-lhe Cristo. O mesmo acontece com a sua força. “Tudo posso”, disse ele, apesar de suas cadeias – “naquele que me fortalece” (v. 13; comparar 2 Coríntios 6:10). Como ele, aprendamos a estar contentes, quaisquer que sejam as nossas circunstâncias: sucesso ou dificuldades, saúde ou doença, bom ou mau tempo… se nos alegramos no Senhor.
Ainda que muito pobres, os filipenses, pelas mãos de Epafrodito, acabam de mandar nova ajuda ao apóstolo (leia 2 Coríntios 8:1-5). O apóstolo lhes assegura de sua própria experiência: “O meu Deus… há de suprir… cada uma de vossas necessidades”, mas não a todas as “vossas” cobiças. Ele compromete a responsabilidade de seu Deus, como se endossasse um cheque em branco, sabendo que dispõe, para ele e seus amigos, de crédito ilimitado: nada menos que “sua riqueza em glória” (v. 19; Efésios 3:16). Que Deus nos conceda experimentar o segredo do bem-aventurado apóstolo: a plena suficiência do Senhor Jesus Cristo até que por fim se cumpra o desejo expresso no Salmo: “Eu, porém… contemplarei a tua face; quando acordar eu me satisfarei com a tua semelhança” (Salmo 17:15).
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Extraído do “Guia Devocional do Novo Testamento” – literatura@terra.com.br |
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Disse mais o Senhor a Moisés: Escreve estas palavras; porque conforme ao teor destas palavras tenho feito aliança contigo e com Israe
Êxodo 34:27-35 (leia aqui)
Não é possível estar em contato com Deus, desfrutar das revelações de Sua graça, sem que haja uma negação de si mesmo externamente. A face de Moisés brilhava, embora ele mesmo não soubesse disso. Através da alegria em sua face, cada filho de Deus deveria naturalmente manifestar às pessoas à sua volta a felicidade que possui. Que o mundo veja em nós algum reflexo do amor de Jesus! Paulo explica aos coríntios por que Moisés colocou um véu sobre sua face. Antes de o Senhor descer à terra, nem mesmo o reflexo da glória divina podia ser suportado pelo homem pecador e precisava ser ocultado. Mas o véu, “em Cristo, é removido”. De fato, quando Jesus veio, Deus pôde finalmente ser visto nEle em toda a glória de Sua graça. Conseqüentemente, contemplamos agora, pela fé, o Senhor Jesus com a face descoberta e somos transformados moralmente passo a passo na Sua gloriosa imagem (2 Coríntios 3:14-18).
Outro privilégio de Moisés foi “falar com ele” (v. 35). Esta expressão ocorre três vezes nestes poucos versículos. Que honra para este homem de Deus, e que prova de íntimo relacionamento com Deus! Não há uma ligação entre o fato de uma comunhão ininterrupta com o Senhor e uma face irradiante? Que Deus nos capacite a compreender tanto uma como outra!
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Guarda-te de fazeres aliança com os moradores da terra aonde hás de entrar; para que não seja por laço no meio de ti.
Êxodo 34:12-26 (leia aqui)
Pela segunda vez Moisés está com o Senhor no monte por quarenta dias. Como conseqüência do que tinha acontecido, Deus se faz conhecido como um “Deus zeloso” (v. 14), que deseja ser o único objeto de Seu povo. Não que um ídolo pudesse fazer algum mal a Ele. Que rivalidade poderia existir entre o Criador dos mundos e os deuses de ouro, de pedra ou de madeira, obra de mãos de homens? Mas Ele é “zeloso” porque sabe que a felicidade dos Seus consiste em amar a ninguém mais que a Ele mesmo e que a idolatria sempre conduzirá à frustração. Também é porque o fraco amor deles tem um grande lugar em Seu coração. A primeira epístola de João, a qual fala muitíssimo de amor, termina com a exortação: “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos” (1 João 5:21).
“Abstém-te de fazer aliança com os moradores da terra para onde vais, para que te não sejam por cilada”, adverte o Senhor, que conhece a existência de cilada e a probabilidade de cairmos nela (v. 12). Ele acrescenta: “Não suceda que… alguém te convide, e comas dos seus sacrifícios” (v. 15). Tenhamos a coragem de recusar os convites de amigos e colegas mundanos. Melhor ainda, demonstremos um comportamento tal que ninguém queira ou nem mesmo pense em nos convidar a tomar parte em seu comportamento mundano (1 Reis 1:9-10).
O Senhor repete aqui algumas instruções dadas nos capítulos
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ENTÃO disse o Senhor a Moisés: Lavra duas tábuas de pedra, como as primeiras; e eu escreverei nas tábuas as mesmas palavras que estavam nas primeiras tábuas, que tu quebraste.
Êxodo 34:1-11 (leia aqui)
Ao pedir ao Senhor que lhe mostre a Sua glória, Moisés estava sem dúvida esperando uma surpreendente visão, tal como aquela descrita em 24:10. Mas Deus irá lhe mostrar algo precioso de um modo diferente: “a glória de sua graça” (Efésios 1:6). Ele se revela a Seu servo como o Deus compassivo, grande em misericórdia e graça (v. 6). A graça, que está associada ao nome do Senhor, é proclamada diante de Moisés. É como se Deus estivesse dizendo: “Ostento um Nome que me impele a demonstrar graça”. Mas observe que há duas condições para que possamos desfrutar dessa graça. 1) “Prepara-te para amanhã”, ordena o Senhor a Moisés, e a cada um de nós. Que o Senhor nos dê, manhã após manhã, essa necessária preparação de coração, a fim de que experimentemos de Sua graça (leia Salmo 63:1-3)! 2). É na fenda da penha que o homem de Deus tem de permanecer: figura de um Cristo ferido, que agora diz aos Seus: “permanecei em mim” (João 15:4). Porém a graça de Deus deveria não nos deixar esquecer Seu governo. No mesmo versículo 7, descobrimos que Ele perdoa a iniqüidade (isto representa Sua graça) e ao mesmo tempo não inocenta o culpado (isto representa Seu governo fiel).
O Senhor declara no capítulo 33, versículo 3: “Eu não subirei no meio de ti, porque és povo de dura cerviz”. É precisamente por essa razão que Moisés reivindica Sua presença.
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Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho.Não clama, porventura, a Sabedoria? E a Inteligência não dá a sua voz? No cume das alturas, junto ao caminho
Sexta-feira 29 Agosto
Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho.
Não clama, porventura, a Sabedoria? E a Inteligência não dá a sua voz? No cume das alturas, junto ao caminho
(João 14:6; Provérbio 8:1-2).
E AGORA?
Dois líderes de um grupo de caminhada pararam perplexos na bifurcação de uma trilha. O mais velho deles revirou a mochila enquanto o mais jovem olhava atônito a placa de sinalização. Então estudaram o mapa, mas não conseguiram encontrar nenhuma das direções indicadas na placa. Qual caminho seguir? Os dois homens tiveram um pensamento: “Se tão-somente tivéssemos preparado melhor essa excursão!” Agora era muito tarde para longas deliberações. Atrás deles, os participantes já estavam começando a perder a paciência.
Na noite anterior, os responsáveis pela excursão tinham discutido tudo e decidiram para onde iriam. O destino não estava mais em questão: era só subir as escarpas alpinas e chegar ao pico da rocha banhada pelo sol da manhã. Mas avistar o topo agora não ajudava os caminhantes. Como poderiam achar o caminho certo para chegar lá? Todos eles estiveram aguardando tanto essa excursão e agora este obstáculo!
Nossa vida está rumando a um destino. Talvez estejamos levando em conta as opiniões humanas no que diz respeito ao que vem depois da morte. Temos prestado atenção à chamada do alto, à voz de Deus que fala por meio de Sua Palavra, a Bíblia? Ela é o único “mapa de referência” confiável que pode nos dar certeza de não tomarmos o caminho errado para Deus. Esse caminho é o Senhor Jesus Cristo. Você já encontrou o caminho para Deus através do sangue de Seu Filho?
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Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br |
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